She can't no longer love. She kept saying that. She discovered at that point when she loves, she dies. Because every piece of her its design for this, for feel this terrifying feeling; that thing she called love its in order to drag her to the deepest hollow of the her state of mind. She don't know how to stop, she never figured out that this kind of feeling can't be stopped. She's not programmed to love while she's breathing, because every part of love takes away a breath of her. She knows that the very moment she fall in love, she's dead. That's not other way that she knows how to feel. But, not being in love, not reserved a piece of her to love is like to living death. And she goes mad, about all this crap. The world seems not be ready to take her soul, her love, the love that's so intense, and make her live and teach her live without all the pain, and all the death that she could bring with her.
"Todo mundo esconde quem é pelo menos por um tempo, as vezes você enterra alguma parte de si mesmo tão profundamente que precisa ser lembrado que ela ainda esta lá, e as vezes o que voce quer, é só esquecer quem você é, por inteiro."-Dexter
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"Não fui, na infância, como os outros e nunca vi como os outros viam. Minhas paixões eu não podia tirar das fontes igual à deles; e era outro o canto, que acordava o coração de alegria. Tudo o que amei, amei sozinho." - Poe
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Black widow
Ela agora as escolhe a dedo. Ela agora saboreia o odor que exala das feições de suas presas. Há tempos ela observara os modos de um predador. Ela absorve rápido. Muito rápido. E então ela veste está capa de aranha. De uma viúva negra. Que foi morta visceralmente. E então o seu exterior se torna sulcos pingantes de um veneno doloroso. As presas inadvertidas são atraídas até as teias perfumadas. As teias se movimentam com um balançar que parece causar às breves existentes presas que percebam algo que brilhe como ouro. Para só no fim descobrirem que era ouro de tolo. Ela se deleita com o processo. Ela não adverte mais. Ela raramente o faz, mas só para atrair novamente aquelas que se divertem com advertências. No fim, elas acabam se esquecendo disso de qualquer forma. E seu jogo continua. Ela absorve a dor e ela reproduz a dor. É lancinante. É viciante quase. Ela se passa por presa, ela sabe disso. Ninguém nota. E isso da um toque requintado ao seu paladar. No final da ceia ela se sacia sozinha com todas as premissas retiradas do forno precipitadamente. E que belo banquete ela banqueteia. Suas presas se derretem no paladar que se aguçou dolorosamente mas que agora é peremptoriamente sensível aos sabores seletos. Ela escolhe. Ela prende. Ela devora. E o que sobra são as vísceras de algo inocentemente devorado com um veneno misturado com luxúria e dor. Ela mastiga a dor, ela regojiza com a maldade de sua própria dor. Ela tem paciência. Pena. As presas não.